Logo me peguei querendo saber: alguém pode ser "sequestrado" subjetivamente, sem perceber que está sendo "sequestrado"? Ou pode deixar-se ser sequestrado? Qual seria a reação dessas pessoas ao perceber o mal que lhe foi causado, será que sentem vergonha e não tentam voltar a si?
Queria muito ter essas explicações. Quem sabe um dia o próprio Fabio de Melo me explique?!
Então depois da breve leitura - porque li só o início mesmo, vou começar o segundo capítulo agora -, percebi que eu era mais feliz sendo eu mesma, não sendo mais ninguém além de mim! E por isso eu bato tanto na tecla de sermos autênticos, sem máscaras. Porque eu acredito que nós também somos capazes de nos roubarmos de nós.
;o)
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